sábado, 29 de agosto de 2009

A marca do Iguacine

HOJE NO II IGUACINE

Nike apresenta o Iguacine desde a primeira edição
por Giusepe Stéfano

O II Iguacine está bombando. Curtas, médias e longas-metragens estão sendo apresentadas a todo momento, além de debates que integram o público ao assunto abordado de uma forma bem democrática, abrindo meios para que toda a plateia possa dizer o que pensa e também conhecer os bastidores de cada obra.

Há também momentos em que os espectadores desviam sua atenção da telona e a volta para o palco, mais especificamnete para uma pessoa: o apresentador. Mais uma vez, o II Iguacine conta com a partcipação de uma personalidade iguaçuana, conhecida não só como produtor cultural, mas também como um grande músico, já que tem uma relação de longa data com a música, Rafael Soares, o Nike.

A convite do secretário de cultura e turismo de Nova Iguaçu e também organizador do II Igacine, o cineasta Marcus Vinicius Faustini, Nike mais uma vez faz as honras da casa e acredita que o motivo do convite foi devido a tudo ter dado certo no primeiro Iguacine. “Fiquei muito feliz por tudo ter dado certo. Acho que desde a equipe de produção, aos idealizadores do projeto, a satisfação foi plena. Com certeza, o principal motivo do convite foi a atmosfera criada no primeiro”, conta.

Para Nike, apresentar não é uma tarefa difícil, já que desempenha este papel há algum tempo. Ele apresenta shows de consagradas bandas nacionais há muito tempo aqui na Baixada, como Tribo de Jah, Ponto de Equilíbrio, Monobloco, O Rapp, Natiruts e afirma que a energia é muito boa. Nike ainda revela que consegue lidar muito bem com a atmosfera do cinema, mesmo que tenha maior experiência com a música, já que comanda a banda Bloco XVIII há dois anos. “No caso do Iguacine, além da energia fantástica, eu aprendo muito porque o evento conta com uma produção afinada e cheia de gás. Fica fácil trabalhar assim, daí é só escutar as diretrizes e embarcar”.

Não só de audio vive um homem
Mas também de todo visual que puder usar. Sendo assim, como músico, Nike utiliza o audiovisual como instrumento de divulgação de sua banda. Além de fazer uso próprio destes meios, Nike já participou de montagens de trilhas de cinema e conta que se fascinou, mas nunca esquece a música. “Adorei fazer trilha sonora para teatro e espetáculos de dança”.

O apresentador de 29 anos, acredita que o Iguacine colabora para dar visibilidade ao cinema da Baixada pra própria Baixada, que desacredita na existência de grandes artistas dessa representação. ”O cinema é grande aqui também e o Iguacine premia o filme do carinha que tá longe, sem perspectiva de ser reconhecido e ter seu espírito alimentado pra uma nova missão que pode ser um filme novo, um roteiro novo, ou rever aquela filmagem antiga”, valoriza e ainda finaliza contado: “Tô muito feliz em estar ecoando, replicando e respirando nessa odisseia de sonhos da telona fantástica. Viva a fantasia, viva o escurinho mágico, viva o cinema!”


Interatividade:
Qual foi o show do Nike de que você mais gostou?

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