foto Giselle Reis
Faça sol ou faça chuva, Weliton Silva Primo, um morador da Lagoinha de 39 anos, levanta todos os dias antes do amanhecer. Inicia então sua longa e cansativa jornada como catador de papelão.
É com os ganhos da venda do material coletado que ele sustent

Com o tempo, ele percebeu a dificuldade de viver somente das vendas de material reciclável. Decidiu então trabalhar durante a noite como camelô, vendendo frutas, verduras e refrigerantes próximo ao Caracol, no Centro de Nova Iguaçu.
“Tem dias que ganho R$ 8, mas às vezes chego a ganhar até R$ 25. Não tenho um salário certo, mas juntando um trabalho com outro dá pro gasto.”
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