segunda-feira, 28 de abril de 2008

Quem não foi perdeu

Quem esteve presente na abertura oficial do Iguacine presenciou uma noite repleta de emoção, música e cinema.

Por Flávia Ferreira

Fotos: Louise Teixeira

A abertura oficial do IguaCine foi feita no dia 24 de Abril pelo mestre de cerimonias Rafael Soares, o "Nike", no Espaço Cultural Sylvio Monteiro. O Espaço abrigará grande parte das mostras do Festival. Nike apresentou os convidados e os homenageados da noite para o público presente.

Dentre os convidados estava o poeta Moduan Matos. Moduan recitou um poema, de sua autoria, sobre cinema. MC Dotadão cantou o funk sobre os filmes que já viu no cinema. Como foi a Escola Livre de Cinema que pensou todo o festival, sua representante, Cristiane Braz, falou de suas espectativas com o IguaCine.


Marcus Vinícius Faustini, cineasta e secretário de cultura da cidade, também estava lá. Afinal, ele está dentre os que idealizaram e organizaram tudo que vocês verão até o dia 30 de Abril. Ele diz estar feliz em poder contribuir com o festival.

- Quero transformar o audiovisual em um processo onde a cidade contribui para construir um futuro melhor - Diz ele, entusiasmado com tudo que virá.

Não posso deixar de citar o comandante de nossa cidade, o prefeito Lindberg Farias. O prefeito agradeceu aos parceiros que acreditaram nesta investida, e disse ver com muito orgulho o que este Festival traz consigo.

- Nada adiantaria o festival sem o que está escondido, que é essa riqueza cultural e social, repleta de angústias que se encontra em Nova Iguaçu - entusiasma-se Lindberg.

Tivemos também o cineasta Sérgio Sanz, que foi homenageado pelo evento, recebendo um troféu por todos seus feitos dentro do mundo cinematográfico. Inclusive, seu filme "Devoção" foi exibido na abertura do festival. O documentário de Sanz fala da representação dos santos católicos e do orixás do candomblé.

Sérgio Sanz ficou emocionado com a homenagem que recebeu e afirmou, também, que esse festival já deu certo, basta ver o número de inscrições para perceber este fato. Ele acredita que surge 'um cinema' aqui e, se não apresentarmos ao mundo, nada acontecerá.

- O Rio de Janeiro é um tambor, se não apresentar nada novo para ele, vai ficar sempre na mesma. Tem que fazer o cinema daqui acontecer no Brasil - diz ele

Após a exibição do filme, o público presente pode desfrutar de um saboroso coquetel. Feijão amigo, Caldo de inhame com carne seca, salgadinhos e churrasquinhos combinavam perfeitamente com caipirinhas e batidinhas. Tudo isso ao som da voz e do violão de Daniel Guerra, vocalista da banda iguaçuna de forró 'Pimenta do Reino'.

Um comentário:

  1. Poxa, põe LouiSe Teixeira, em vez de Gomes... ? rs

    Blog lindo como sempre!

    bjux

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