por Josy Antunes
O mês de março ficou marcado pela estreia do Cinerock
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Além de facilitar o acesso à cultura, o Cinerock pretende abrir espaço para quem produz arte na Baixada, principalmente filmes e músicas. Amadurecido em longos debates realizados entre amigos de Belford Roxo, o projeto teve vários formatos até chegar à proposta final. Um desses formatos foi o de um festival para bandas alternativas, de que o grupo desistiu ao perceber que apenas os artistas midiáticos têm vez em shows autorais. Diego Jovanholi tocava numa dessas bandas, a Lacônico.
Para fugir a essa regra, Diego Jovanholi e os companheiros da Lacônico organizaram o Rock no Pastel como um primeiro passo rumo a um evento mais pretensioso. “Pegamos nosso som, botamos debaixo do braço e fizemos um show em frente à pastelaria de um amigo, no meio do Xavante”, conta o músico. A falta de divulgação foi compensada pela cena inusitada, que terminou atraindo um público consid

O sucesso do Rock no Pastel estimulou Diego a criar o blog “Loud Channel” onde ele e mais dois amigos escreviam sobre filmes, trilhas sonoras e música. “Nossa maior loucura foi ir até São Paulo na Virada Cultural, para cobrir o evento.” A inquietação de criar algo que mostrasse as bandas locais continuava, embora não soubessem como. Foi em dezembro de 2008 - após conhecer os organizadores de cineclubes como o Buraco do Getulio e Mate com Angu – que surgiu a ideia do Cinerock. “Queríamos fazer um evento que rodasse a Baixada toda, mostrando o que estava sendo produzido pelos novos artistas. Foi quase que um manifesto!”, justifica o guitarrista.
Mais carente
A escolha de Belford Roxo para abrigar a estreia se deve ao fato de que essa é a cidade da Baixada mais carente do ponto de vista cultural. Para organizar o espaço do Donana, os oito organizadores do Cinerock trabalharam em tempo integral ao longo de uma semana. “Se não fosse essa equipe maravilhosa, não teríamos conseguido. Foi muito cansativo, mas valeu a pena cada gota de suor”, declara Diego. O Centro Cultural foi decorado com obras de Dida Nascimento, além de vários detalhes que davam ao ambiente cores, beleza e uma sensação de extremo conforto.
Além da exibição de curtas realizados na Baixada e das apresentações de bandas locais, o Cinerock promove debates com o público. “Todo mundo tem que ter voz ativa”

A próxima edição do Cinerock ainda não tem data e local definidos. Porém, os já seguidores do encontro, podem manter suas expectativas, não só quanto a ele, mas também em relação a outras idéias de Diego e seus amigos. “Estamos querendo desenvolver uma oficina de desenho livre, para crianças, adultos e idosos. Só vamos correr atrás de patrocínio, para o material ser gratuito”, conta ele, que junto com mais duas pessoas, está desenvolvendo o Portal Pública Alternativa. No site - publicaalternativa.com.br - será possível encontrar um coletânea do que vem sendo produzido, além da agenda do grupo e seus eventos. “Também estamos querendo produzir curtas com os materiais que temos, como câmeras digitais e de celulares”, explica Jovanholi. “Com vontade se faz tudo”.
irado!!!!!
ResponderExcluir:)
Cristiane
Parabens pela iniciativa CineRock!!!!!!!! Abs, Marcinho
ResponderExcluirNossa que legal!Bela iniciativa !!!
ResponderExcluirSucesso !!!!
Bjs Lu Moreira
Orgulho de amigos, viu! ;)
ResponderExcluirCineRock foi tudo!! E o próximo será em breve....
ResponderExcluirParabéns a galera que participou e curtiu o Cinerock... até o próximo em breve!!!...
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