Meninas ainda são minoria nas Lan Houses
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Por Dardânia Carvalho

Aline Santos, que não tem computador em casa e vai às lans checar e-mails e fazer pesquisas para a faculdade, concorda em gênero, número e grau com Eduardo. "Eu não gosto quando um monte de gente fica atrás de mim, lendo minhas conversas", diz a estudante, de 22 anos. "Deveria ter mais privacidade." Apesar disso, Aline confessa que a lan house facilita sua vida. "Sempre que eu preciso usar a internet, vou à lan house. Lan house é o que não falta. Tem em todo lugar."

Para a servidora Mônica Amora, 39 anos, que trabalha em uma lan house na Caioaba, as lans
atraem mais homens porque em sua maioria são projetadas para jogos. "As meninas procuram mais amizades. Poderiam ser proibidos certos tipos de comportamentos como xingamentos, palavrões, etc. Em compensação, depois que surgiram as lan houses, as pessoas passaram a ficar bem mais informadas", completa.
atraem mais homens porque em sua maioria são projetadas para jogos. "As meninas procuram mais amizades. Poderiam ser proibidos certos tipos de comportamentos como xingamentos, palavrões, etc. Em compensação, depois que surgiram as lan houses, as pessoas passaram a ficar bem mais informadas", completa.
"A lan é como se fosse um clube para os homens", analisa Rodrigo Barbosa, 19 anos. "Se tem mulher, eles atacam de todos os jeitos." Para ele, as mulheres só querem saber de Orkut. Rodrigo acha que a solução seria melhorar o conforto e exigir mais respeito dentro da lan. "Isso atrairia mais mulheres", imagina.

Wanderson Oliveira, 16 anos, também dá seu palpite para aumentar o número de mulheres nas lan houses. Segundo ele, as mulheres podem ser conquistadas pelo bolso. "Poderia ter mais promoções para elas. Quem sabe, assim, elas poderiam se interessar", diz. Para Rômulo Diego, 18 anos, educação é a palavra chave para aumentar a freqüência de mulheres nas lans. "Tem muita pornografia nas lans", afirma Rômulo.
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