quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Da-lhe altitude!

Voar não é tão fácil como parece

Flávia Ferreira

Na Serra do Vulcão, também conhecida como Serra de Madureira, existem várias trilhas que atraem adeptos de esportes radicais. Há duas rampas para a prática de parapente e asa delta localizadas a 600m de altura, onde se pode chegar de carro ou gaiola – carro de madeira que utiliza motor de fusca. Para chegar até a rampa basta usar o acesso em frente à Universidade Iguaçu (UNIG) ou ao lado da fábrica de cosméticos Embeleze.

Foi por esse caminho que subimos, a pé, até a rampa de salto. Lá do alto é possível ter uma vista panorâmica da cidade e de vários outros pontos do Rio, como o Cristo redentor, Serra de tinguá, a praia da Barra e parte de Campo Grande. Abaixo, segue a entrevista que fizemos nas alturas com o instrutor de vôo livre Damião.


Há quanto tempo trabalha no esporte? Ele é muito praticado?
Trabalho há dois anos. É muito. Mas a melhor época para o vôo é o verão.

A Serra do Vulcão é um bom ponto para vôo?
Sim. Tem quadrante norte, o que proporciona uma excelente decolagem.

Quais as maiores dificuldades em um vôo?
Vento, o medo de decolar, falta e treino.

Quais os pontos turísticos daqui?
As trilhas, as matas, as rampas, o monte céu aberto, a cara do leão, entre outros.

Você indica os jovens a praticarem?
A prática é boa, a questão é respeitar o vento e saber quando decolar.

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